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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MUNDIAL MASCULINO DE BASQUETE


Grupo A Pontos Jogos Vitórias Derrotas Ponto Average
1
Sérvia Sérvia 9 5 4 1 1,30
2
Argentina Argentina 9 5 4 1 1,08
2
Austrália Austrália 8 5 3 2 1,11
4
Angola Angola 7 5 2 3 0,82
5
Alemanha Alemanha 7 5 2 3 0,94
6
Jordânia Jordânia 5 5 0 5 0,81
Zona de classificação
Data Hora Jogo Cidade Relato
28/08 10h30 Austrália Austrália 76 x 75 Jordânia Jordânia Kayseri Fotos Relato
28/08 13h00 Angola Angola 44 x 94 Sérvia Sérvia Kayseri Fotos Relato
28/08 15h30 Alemanha Alemanha 74 x 78 Argentina Argentina Kayseri Fotos Relato
29/08 10h30 Jordânia Jordânia 65 x 79 Angola Angola Kayseri Fotos Relato
29/08 13h00 Sérvia Sérvia 81 x 82 Alemanha Alemanha Kayseri Fotos
29/08 15h30 Argentina Argentina 74 x 72 Austrália Austrália Kayseri Fotos Relato
30/08 10h30 Jordânia Jordânia 69 x 112 Sérvia Sérvia Kayseri Fotos Relato
30/08 13h00 Austrália Austrália 78 x 43 Alemanha Alemanha Kayseri Fotos Relato
30/08 15h30 Angola Angola 70 x 91 Argentina Argentina Kayseri Fotos Relato
01/09 10h30 Sérvia Sérvia 94 x 79 Austrália Austrália Kayseri Fotos Relato
01/09 13h00 Alemanha Alemanha 88 x 92 Angola Angola Kayseri Fotos Relato
01/09 15h30 Argentina Argentina 88 x 79 Jordânia Jordânia Kayseri Fotos Relato
02/09 10h30 Angola Angola 55 x 76 Austrália Austrália Kayseri Fotos Relato
02/09 13h00 Argentina Argentina 82 x 84 Sérvia Sérvia Kayseri Fotos Relato
02/09 15h30 Jordânia Jordânia 73 x 91 Alemanha Alemanha Kayseri Fotos
Grupo B Pontos Jogos Vitórias Derrotas Pontos Average
1
Estados Unidos Estados Unidos 10 5 5 0 1,37
2
Eslovênia Eslovênia 9 5 4 1 1,04
3
Brasil Brasil 8 5 3 2 1,12
4
Croácia Croácia 7 5 2 3 0,97
5
Irã Irã 6 5 1 4 0,82
6
Tunísia Tunísia 5 5 0 5 0,73
Zona de classificação
Data Hora Jogo Cidade Relato
28/08 10h30 Tunísia Tunísia 56 x 80 Eslovênia Eslovênia Istambul Fotos Relato
28/08 13h00 Estados Unidos Estados Unidos 106 x 78 Croácia Croácia Istambul Fotos Relato
28/08 15h30 Irã Irã 65 x 81 Brasil Brasil Istambul Fotos Relato
29/08 10h30 Eslovênia Eslovênia 77 x 99 Estados Unidos Estados Unidos Istambul Fotos Relato
29/08 13h00 Croácia Croácia 75 x 54 Irã Irã Istambul Fotos Relato
29/08 15h30 Brasil Brasil 80 x 65 Tunísia Tunísia Istambul Fotos Relato
30/08 10h30 Eslovênia Eslovênia 91 x 84 Croácia Croácia Istambul Fotos Relato
30/08 13h00 Tunísia Tunísia 58 x 71 Irã Irã Istambul Fotos Relato
30/08 15h30 Estados Unidos Estados Unidos 70 x 68 Brasil Brasil Istambul Fotos Relato
01/09 10h30 Croácia Croácia 84 x 64 Tunísia Tunísia Istambul Fotos Relato
01/09 13h00 Irã Irã 51 x 88 Estados Unidos Estados Unidos Istambul Fotos Relato
01/09 15h30 Brasil Brasil 77 x 80 Eslovênia Eslovênia Istambul Fotos Relato
02/09 10h30 Estados Unidos Estados Unidos 92 x 57 Tunísia Tunísia Istambul Fotos Relato
02/09 13h00 Eslovênia Eslovênia 65 x 60 Irã Irã Istambul Fotos Relato
02/09 15h30 Brasil Brasil 92 x 74 Croácia Croácia Istambul Fotos Relato
Grupo C Pontos Jogos Vitórias Derrotas Pontos Average
1
Turquia Turquia 10 5 5 0 1,38
2
Rússia Rússia 9 5 4 1 1,18
3
Grécia Grécia 8 5 3 2 1,08
4
China China 6 5 1 4 0,85
5
Porto Rico Porto Rico 6 5 1 4 0,96
6
Costa do Marfim Costa do Marfim 6 5 1 4 0,80
Zona de classificação
Data Hora Jogo Cidade Relato
28/08 10h00 Grécia Grécia 89 x 81 China China Ankara Fotos Relato
28/08 12h30 Rússia Rússia 75 x 66 Porto Rico Porto Rico Ankara Fotos Relato
28/08 15h00 Costa do Marfim Costa do Marfim 47 x 86 Turquia Turquia Ankara Fotos Relato
29/08 10h00 China China 83 x 73 Costa do Marfim Costa do Marfim Ankara Fotos Relato
29/08 12h30 Porto Rico Porto Rico 80 x 83 Grécia Grécia Ankara Fotos Relato
29/08 15h00 Turquia Turquia 65 x 56 Rússia Rússia Ankara Fotos Relato
31/08 10h00 Rússia Rússia 72 x 66 Costa do Marfim Costa do Marfim Ankara Fotos Relato
31/08 12h30 Porto Rico Porto Rico 84 x 76 China China Ankara Fotos Relato
31/08 15h00 Grécia Grécia 76 x 65 Turquia Turquia Ankara Relato Fotos
01/09 10h00 China China 80 x 89 Rússia Rússia Ankara Fotos Relato
01/09 12h30 Costa do Marfim Costa do Marfim 60 x 97 Grécia Grécia Ankara Fotos Relato
01/09 15h00 Turquia Turquia 79 x 77 Porto Rico Porto Rico Ankara Fotos Relato
02/09 10h00 Porto Rico Porto Rico 79 x 88 Costa do Marfim Costa do Marfim Ankara Fotos Relato
02/09 12h30 Grécia Grécia 69 x 73 Rússia Rússia Ankara Fotos Relato
02/09 15h00 Turquia Turquia 87 x 40 China China Ankara Fotos Relato
Grupo D Pontos Jogos Vitórias Derrotas Pontos Average
1
Lituânia Lituânia 10 5 5 0 1,14
2
Espanha Espanha 8 5 3 2 1,18
3
Nova Zelândia Nova Zelândia 8 5 3 2 1,06
4
França França 8 5 3 2 1,03
5
Líbano Líbano 6 5 1 4 0,87
5
Canadá Canadá 5 5 0 5 0,87
Zona de classificação
Data Hora Jogo Cidade Relato
28/08 10h00 Nova Zelândia Nova Zelândia 79 x 92 Lituânia Lituânia Izmir Fotos Relato
28/08 12h30 Canadá Canadá 71 x 81 Líbano Líbano Izmir Fotos Relato
28/08 15h00 França França 72 x 66 Espanha Espanha Izmir Fotos Relato
29/08 10h00 Lituânia Lituânia 70 x 68 Canadá Canadá Izmir Fotos Relato
29/08 12h30 Líbano Líbano 59 x 86 França França Izmir Fotos Relato
29/08 15h00 Espanha Espanha 101 x 84 Nova Zelândia Nova Zelândia Izmir Fotos Relato
31/08 10h00 Nova Zelândia Nova Zelândia 108 x 76 Líbano Líbano Izmir Fotos Relato
31/08 12h30 França França 68 x 63 Canadá Canadá Izmir Fotos Relato
31/08 15h00 Espanha Espanha 73 x 76 Lituânia Lituânia Izmir Relato Fotos
01/09 10h00 Canadá Canadá 61 x 71 Nova Zelândia Nova Zelândia Izmir Fotos Relato
01/09 12h30 Líbano Líbano 57 x 91 Espanha Espanha Izmir Fotos Relato
01/09 15h00 Lituânia Lituânia 69 x 55 França França Izmir Fotos Relato
02/09 10h00 Espanha Espanha 89 x 67 Canadá Canadá Izmir Fotos Relato
02/09 12h30 Líbano Líbano 66 x 84 Lituânia Lituânia Izmir Fotos Relato
02/09 15h00 Nova Zelândia Nova Zelândia 82 x 70 França França Izmir Fotos Relato

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O BRASIL EO AQUECIMENTO GLOBAL

Várias espécies animais e vegetais do Brasil podem acabar devido às secas, doenças e tempestades provocadas pelo aquecimento global em áreas como o Pantanal e a Amazônia, segundo estudos divulgados na terça-feira.
[...]
Estima-se que o Brasil reúna cerca de um quinto de todas as espécies vegetais e animais, e o governo investiu 300 milhões de reais desde 2003 para preservar enormes áreas, segundo o secretário-executivo do ministério, João Paulo Capobianco.

O principal dos estudos, realizado pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), diz que as temperaturas na Amazônia podem subir até 8 graus Celsius neste século.

Outros estudos prevêem a extinção de espécies de peixes devido ao aumento do nível dos mares, o que inundaria ilhas e estuários do sul com água salgada. Mais no interior, o Pantanal poderia secar e virar Cerrado devido ao calor e à escassez de chuvas.

De acordo com o Inpe, as principais áreas agrícolas do Brasil, no Sul e do Sudeste, já sofrem chuvas mais intensas, consequência do aumento de 0.75 grau Celsius na temperatura ao longo do último século.

O Inpe citou fatos como o recente furacão Catarina, o primeiro a se formar no litoral brasileiro em pelo menos mais de 50 anos, na costa de Santa Catarina. Além disso, o calor pode acelerar o ciclo reprodutivo de insetos, facilitando a difusão de doenças como malária e dengue.

E, enquanto o Sul deve sofrer com mais chuvas, o clima pode ficar mais seco na Amazônia e no Nordeste.

Neste mês, climatologistas de todo o mundo a serviço da Organização das Nações Unidas (ONU) previram que as temperaturas médias do mundo devem ser elevadas em vários graus Celsius neste século devido às emissões de gases do efeito estufa.

O Brasil emite menos carbono do que outros países do seu tamanho em parte por causa da sua cobertura florestal e em parte porque quase metade de sua frota automobilística é movida a álcool.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, vem na próxima semana ao Brasil para discutir a cooperação bilateral no campo do etanol.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Africa - Fernanda Brum (Eu vou )

Pará poderá ser dividido em 3 Estados.

O projeto dos novos Estados
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta, em votação simbólica, a realização de plebiscito para a criação dos Estados de Carajás e Tapajós. Pela proposta, os dois novos Estados serão desmembrados do Pará, caso a população vote a favor da criação.
Hoje, o Pará é a segunda maior unidade da federação, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados. Ao sul nasceria o Estado de Carajás, com 285 mil quilômetros quadrados de área rica em minério e gado. A oeste, o Estado de Tapajós, com 722 mil quilômetros quadrados repletos de rios e territórios ainda preservados.

Marabá e Santarém são hoje as principais cidades das regiões, respectivamente, e poderiam ser alçadas ao título de capitais. Pelo desenho, Tapajós, a área mais extensa, teria 230 mil habitantes e Carajás, 1,6 milhão. O restante do Estado ficaria com 4 milhões de habitantes.
O decreto legislativo para o plebiscito sobre Carajás já vai ser promulgado. O plebiscito para Tapajós ainda precisa ser novamente apreciado pelos senadores, porque houve uma pequena alteração no texto. 
 "A ideia é esperar a aprovação do plebiscito sobre Tapajós e fazer os dois juntos", afirmou o líder do PDT, deputado Giovani Queiróz (PA) - que é um dos principais entusiastas do movimento de separação. Segundo ele, o Orçamento Geral da União deste ano prevê R$ 8,6 milhões de recursos para a realização do plebiscito, que será feito pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Caso a proposta seja aprovada pela população, um novo projeto de lei é criado e enviado à Câmara e ao Senado. Se for aprovado no Parlamento, vai à sanção da presidenta Dilma Rousseff (PT).

O debate sobre os Estados

 A discussão sobre a conveniência da mudança na geografia da região leva em conta argumentos que vão desde a usina de Belo Monte na região de Tapajós, um dos principais projetos energéticos do mundo, até a morte da missionária Dorothy Stang – assassinada, segundo defensores do projeto, pela ausência do poder público na Amazônia.
Em 2010, a Câmara organizou um debate entre dois deputados paraenses, Zenaldo Coutinho (PSDB), um dos maiores críticos da proposta, e Queiroz (PDT), um dos maiores entusiastas da separação.
Além dos custos com o aparato burocrático, com a criação de estruturas de governo, tribunais de conta, de Justiça, Assembleias Legislativas e representações federais – ao menos seis novos senadores e 16 deputados representariam os novos Estados em Brasília –, Coutinho disse à época temer que as regiões, isoladas, sofram um processo de empobrecimento.
Ele diz não ser possível comparar a situação no Pará com a de Estados desmembrados nos últimos 30 anos, como Mato Grosso do Sul e Mato Grosso e Goiás e Tocantins, este mais recente. No caso de Tapajós, diz, a área possui enormes áreas florestais e indígenas de conservação integral. Por isso, o modelo aplicado no Tocantins, área de cerrado, sem restrições ambientais para o chamado corte raso e que se transformou em fronteira agrícola e pecuária no Brasil, não se aplica ao novo possível território.
“Minha preocupação é com a dificuldade do PIB da região do Tapajós, que hoje é de 10% do Estado. Isso vai ter efeito na educação, na saúde, na segurança pública. Corremos risco de empobrecimento da região”, defendeu, durante o debate promovido pela Câmara.

Em relação a Carajás, uma das áreas mais ricas em minério de ferro do planeta, o deputado tucano lembra que das 20 milhões de cabeças de gado em todo Estado, 14 milhões ficam na futura Carajás, “uma região rica, mas um Estado pequeno, menor do que a Vale [mineradora que atua na região]”. Ou seja: a riqueza deixaria de ser distribuída entre os outros municípios. Ele lembrou também que, mesmo com a riqueza gerada pelo sul do Estado, áreas do norte, como Marajó, apresentam um dos piores IDHs do País.
Já Queiroz afirma que não existe hoje na Amazônia um projeto de desenvolvimento para a região maior do que a divisão geopolítica. Para ele, não há risco de empobrecimento de Estados isolados. Para sustentar a opinião, lembra que o mesmo era dito de Mato Grosso, quando deu origem a Mato Grosso do Sul, há 30 anos, e de Goiás, de onde surgiu o Tocantins. Afirmou, durante o mesmo debate, que atualmente os “Estados-irmãos” cresceram mais do que a média nacional e hoje têm índices semelhantes de desenvolvimento. No Tapajós, por exemplo, cita áreas de produção de cacau e de peixes que podem alavancar a economia local, diferentemente do que ocorre hoje.
“Vamos deixar quem quer independência [decidir]. São 1,3 milhão de pessoas numa área de rio Amazonas piscoso, que produz e ajuda a abastecer a região, inclusive Manaus. Belo Monte [que ficaria no Tapajós] é extremamente importante para o Brasil e vai desenvolver muito a região. Temos uma fronteira agrícola Cuiabá-Santarém formidável, migrando para aquela região”, afirma.
Além dos parlamentares, a proposta de divisão do atual Pará em três Estados é debatida em comitês na internet, que abriga o “Movimento pelo Plebiscito do Novo Estado Sustentável”, que quer Tapajós, e o “Comitê Carajás”. Este último, inclusive, divulga os nomes dos diretores do comitê, que já elegeu os “inimigos” da proposta, entre eles o deputado Zenaldo e a ex-governadora do Pará, Ana Julia Carepa (PT-PA).

Custo dos Estados

Estudo do Ipea, publicado em dezembro de 2008, mostra que a divisão de Estados para criação de novas unidades da federação acarreta também aumento de gastos públicos. Segundo o estudo, feito pelo economista Rogério Boueri, um novo Estado tem em média custos fixos de R$ 832 milhões anuais.
Em 2005, ano em que foi feita a análise, os Estados que mais comprometem seu PIB com o funcionamento na máquina pública eram justamente os menores, como o Acre – onde 37,2% do produto interno bruto é usado para bancar estrutura do Executivo, Legislativo e Judiciário locais. Já em São Paulo, Santa Catarina e Paraná, os gastos chegavam a 14% do PIB.
Desde 1998, houve 16 propostas de criação de novos Estados no País, segundo o estudo. Um deles se refere à criação do Estado do Triângulo, a partir de 66 municípios do oeste mineiro. Outro ainda é o Estado do Rio São Francisco, a partir de 34 municípios da Bahia.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Na França do Antigo Regime e durante a Revolução Francesa, o termo Primeiro Estado (fr. premier état) indicava o clero; o Segundo Estado estava a nobreza, e o resto da população constituia o Terceiro Estado. Desses termos veio o nome medieval da assembléia nacional francesa: o Estados Gerais (fr. Etats Généraux), análogo Parlamento britânico mas sem tradição constitucional dos poderes parlamentares: a monarquia francesa reinava absoluta. Dentre os membros do Primeiro Estado estavam: *Na França do Antigo Regime e durante a Revolução Francesa, o termo Primeiro Estado (fr. premier état) indicava o clero; o Segundo Estado estava a nobreza, e o resto da população constituia o Terceiro Estado. Desses termos veio o nome medieval da assembléia nacional francesa: o Estados Gerais (fr. Etats Généraux), análogo Parlamento britânico mas sem tradição constitucional dos poderes parlamentares: a monarquia francesa reinava absoluta. Dentre os membros do Primeiro Estado estavam: * Alto clero, que reunia bispos, abades e cônegos, vindos de famílias da nobreza. A base da riqueza do alto clero resultava do recebimento de dízimos e da renda de imóveis urbanos e rurais. Possuiam também muitos privilégios como a isenção de impostos, a posse de terras, o direito a cobrança do dízimo e o fato deles possuirem um tribunal próprio. * Baixo clero, que se compunha de sacerdotes pobres, que constituiam uma plebe eclesiástica. Possuiam privilégios, mas não em tanta escala como os do Alto Clero.Na França do Antigo Regime e durante a Revolução Francesa, o termo Primeiro Estado (fr. premier état) indicava o clero; o Segundo Estado estava a nobreza, e o resto da população constituia o Terceiro Estado. Desses termos veio o nome medieval da assembléia nacional francesa: o Estados Gerais (fr. Etats Généraux), análogo Parlamento britânico mas sem tradição constitucional dos poderes parlamentares: a monarquia francesa reinava absoluta. Dentre os membros do Primeiro Estado estavam: * Alto clero, que reunia bispos, abades e cônegos, vindos de famílias da nobreza. A base da riqueza do alto clero resultava do recebimento de dízimos e da renda de imóveis urbanos e rurais. Possuiam também muitos privilégios como a isenção de impostos, a posse de terras, o direito a cobrança do dízimo e o fato deles possuirem um tribunal próprio. * Baixo clero, que se compunha de sacerdotes pobres, que constituiam uma plebe eclesiástica. Possuiam privilégios, mas não em tanta escala como os do Alto Clero.Na França do Antigo Regime e durante a Revolução Francesa, o termo Primeiro Estado (fr. premier état) indicava o clero; o Segundo Estado estava a nobreza, e o resto da população constituia o Terceiro Estado. Desses termos veio o nome medieval da assembléia nacional francesa: o Estados Gerais (fr. Etats Généraux), análogo Parlamento britânico mas sem tradição constitucional dos poderes parlamentares: a monarquia francesa reinava absoluta. Dentre os membros do Primeiro Estado estavam: * Alto clero, que reunia bispos, abades e cônegos, vindos de famílias da nobreza. A base da riqueza do alto clero resultava do recebimento de dízimos e da renda de imóveis urbanos e rurais. Possuiam também muitos privilégios como a isenção de impostos, a posse de terras, o direito a cobrança do dízimo e o fato deles possuirem um tribunal próprio. * Baixo clero, que se compunha de sacerdotes pobres, que constituiam uma plebe eclesiástica. Possuiam privilégios, mas não em tanta escala como os do Alto Clero.

Na França do Antigo Regime e durante a Revolução Francesa, o termo Primeiro Estado (fr. premier état) indicava o clero; o Segundo Estado estava a nobreza, e o resto da população constituia o Terceiro Estado. Desses termos veio o nome medieval da assembléia nacional francesa: o Estados Gerais (fr. Etats Généraux), análogo Parlamento britânico mas sem tradição constitucional dos poderes parlamentares: a monarquia francesa reinava absoluta.
Dentre os membros do Primeiro Estado estavam:
  • Alto clero, que reunia bispos, abades e cônegos, vindos de famílias da nobreza. A base da riqueza do alto clero resultava do recebimento de dízimos e da renda de imóveis urbanos e rurais. Possuiam também muitos privilégios como a isenção de impostos, a posse de terras, o direito a cobrança do dízimo e o fato deles possuirem um tribunal próprio.
  • Baixo clero, que se compunha de sacerdotes pobres, que constituiam uma plebe eclesiástica. Possuiam privilégios, mas não em tanta escala como os do Alto Clero.

O PRIMEIRO ESTADO

Na França do Antigo Regime e
durante a Revolução Francesa, o termo Primeiro Estado (fr. premier état) indicava o clero; o Segundo Estado estava a nobreza, e o resto da população constituia o Terceiro Estado. Desses termos veio o nome medieval da assembléia nacional francesa: o Estados Gerais (fr. Etats Généraux), análogo Parlamento britânico mas sem tradição constitucional dos poderes parlamentares: a monarquia francesa reinava absoluta.
Dentre os membros do Primeiro Estado estavam:
  • Alto clero, que reunia bispos, abades e cônegos, vindos de famílias da nobreza. A base da riqueza do alto clero resultava do recebimento de dízimos e da renda de imóveis urbanos e rurais. Possuiam também muitos privilégios como a isenção de impostos, a posse de terras, o direito a cobrança do dízimo e o fato deles possuirem um tribunal próprio.
  • Baixo clero, que se compunha de sacerdotes pobres, que constituiam uma plebe eclesiástica. Possuiam privilégios, mas não em tanta escala como os do Alto Clero.